Fazer o bem? Sim! Mas tem que fazer sentido!

Esse último post da Heleni andou me contagiando um pouco… hehehe

Capaz! Mas por diversos motivos andei um pouco desanimada para escrever aqui. Embora váaaaaarias coisas MARAVILHOSAS tenham acontecido desde meu último post, umas pequenas coisas chatas acabaram me desmotivando pra fazer um post contando as coisas boas.

Hoje acordei cedo, tomei um café-da-manhã gostoso com a minha amiga e guest Bianca, e quando ela saiu para a aula eu fiquei pensando: “Não tô afim de fazer meu roteiro pro vídeo do Guerreiros, não tô afim de pensar na minha oficina sobre redes e cooperação, não tô afim de ficar matando tempo… PLIM: vou doar sangue!”

Doar sangue pra mim é mais do que um ato para ajudar o próximo, é mais do que garantir meia entrada em programações culturais de Curitiba. Doar sangue é um ritual. É saber que parte de mim vai viver em outra pessoa e isso me emociona, me alegra, me completa.

Fui então doar sangue e na volta para casa, pensei: Putz! Taí, é sobre isso que vou escrever. Sobre um ato tão simples e o quanto faz diferença pra mim e pra outras pessoas. Afinal esse é o propósito do blog!

E fiquei pensando por que é tão mágico pra mim doar sangue? Por que outras pessoas não fazem o mesmo? O que posso fazer para inspirar outras pessoas a seguirem esse exemplo?

Lembrei de uma conversa com algumas amigas e de uma frase do Maturana: “A responsabilidade ocorre quando se está consciente das consequências das próprias ações e quando se age aceitando-as. Isso inevitavelmente acontece quando uma pessoa se reconhece como parte intrínseca do mundo em que vive.” A gente só se responsabiliza pelas coisas quando entende o princípio da interdependência! Tudo nos afeta de alguma forma, por algum motivo. Eu comentei com as gurias de um estágio que perdi em 2008. Estava tudo certo para eu fazer um estágio de 2 meses em uma agência de Endomarketing super reconhecida de Porto Alegre. Dois dias antes de iniciar uma das diretoras me liga dizendo que por causa da crise imobiliária dos EUA, muitos clientes estavam quebrando contratos e eles estavam demitindo alguns funcionários, logo não era o melhor momento pra eu estar lá. Como assim?! Eu nem sabia o que era essa tal de crise!?! Mas ela mudou muito o rumo da minha vida. Mesmo que a gente não perceba existe uma rede que conecta umas pessoas às outras, os fatos às pessoas…

Então, essas coisas boas que tem me acontecido nas últimas semanas: A seleção para participar do Guerreiros sem Armas 2012 que é um programa de treinamento hiper-mega-master-super foda que reúne 60 jovens do mundo todo em comunidades de Santos para colocar a mão na massa e transformar um sonho coletivo em realidade!; a compra da minha primeira bike da vida (eu tinha um trauma de infância e aprendi a pedalar com uns 22 anos, mas andava de bici uma vez por ano, dando uma volta na quadra) e cumprimento de uma das minhas metas de 2012: fazer da bici meu meio de transporte (vou e volto do trabalho todos os dias na minha magrela, como diz minha mãe). só deixam mais claro para mim o quanto é necessário que a gente tome as rédeas da nossa própria vida, se responsabilize e assuma de uma vez por todas que o mundo que a gente quer ver e viver está nas nossas mãos. Foram decisões que partiram de mim (inspirada em pessoas especiais em sonhos que eu tinha a muito tempo…)!
Tem uma frase que diz: “Ninguém muda ninguém, mas ninguém muda sozinho: a mudança acontece no encontro.” E é isso mesmo, eu mudo o mundo com as minhas simples e pequenas atitudes e quando me conecto a outras pessoas que também mudam o mundo com outras atitudes simples e pequenas isso gera uma transformação enorme! E isso é pra gente lembrar que “99 não é 100” e UMA pessoa, UMA atitude, UM abraço… FAZ A DIFERENÇA!

Ah! E essa coisa de doar sangue é tão ritual pra mim que sem querer acabo indo doar em dias especiais! Ano passado fui doar no dia do aniversário das minhas sobrinhas Ana Paula (abril) e Luíza (setembro) e hoje é aniversário da minha irmã Márcia! =D

Então a lição que fica é: Fazer o bem, sim! Mas isso tem que fazer sentido pra mim. E se eu entender que tudo faz sentido, porque tudo está conectado de alguma forma (viva o princípio da interdependência) eu vou fazer o bem de todas as formas possíveis!

Beijos!

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Um pensamento sobre “Fazer o bem? Sim! Mas tem que fazer sentido!

  1. Eu sempre quis ser doadora de sangue. Mas quando doei pela primeira vez passei mal e fui orientada a não doar mais pois poderia rer problemas mais graves. Fiquei bem triste e então pensei em me cadastrar para ser doadora de medula-óssea mas nunca o fiz.
    Ler teu post me motivou novamente a fazer isso.
    Obrigada! Adorei 🙂

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